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segunda-feira, 28 de junho de 2010

Licença Maternidade


Olá santacruzenses é com muito carinho que eu Narah Pryscilla, quero comunicar que a partir de quarta feira dia 30 de Junho, estarei entrando de licença maternidade, desta forma me afastando do Conselho Tutelar, pelos próximos meses.
Apesar de esta ser minha primeira gestação, quero compartilhar com os amigos que durante estes 2 anos e 2 meses que estive conselheira, muitos foram os filhos que Deus me deu para Orar, Aconselhar e Amar.
Não vou enumerar os casos que atendi, pois foi para isso que os 1164 eleitores me confiaram a função.
Mas aproveito a oportunidade para pedir desculpas aqueles que de alguma forma não atendi as expectativas.
E aos que pude ajudar digo-lhes que não me devem favor algum, pois a minha obrigação é servir.
Porém com alegria confesso que não fiz somente o que era obrigação, busquei ir mais longe.
Em companhia das mães que choravam pelos filho que haviam perdido para o mundo, fui em busca das autoridades constituídas por Deus para que olhassem por essas famílias.
Com as mães que não tiveram o fruto no ventre, lutei pelos frutos do coração, que tanto almejavam.
E as famílias que ali chegaram desfeitas, foram por mim sacudidas, a olhar com amor seus filhos, que permanecem filhos independente das decisões dos adultos.
E esse trabalho até aqui realizado, com a graça de Deus, a compreenção do meu marido, o apoio da minha família, dos colegas de trabalho e a oração daqueles que crêem que o Senhor está no controle de todas as coisas, me fez uma mulher mais feliz e realizada.
Um forte Abraço
Narah Pryscilla B. Leandro

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Encontro de Conselheiros e Ex-conselheiros Tutelares.


Está acontecendo no SESC de Caruaru o VII Encontro de Conselheiros e Ex- Conselheiros Tutelares de Pernambuco, com o Tema: "Conselho tutelar aí está: Desafios no Atendimento e desafios no Entendimento."

Ontem, já na abertura contavam com a participação de conselheiros de 40 cidades de Pernambuco, mais dois Estados Rio Grande do Norte e Bahia.

E devido a importância desse encontro Os Conselheiros de Santa Cruz também estão participando, em busca de maiores esclarecimentos e conhecimento para melhor atender a população.

terça-feira, 11 de maio de 2010

18 de maio é o Dia Nacional de Combete ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.

Entidades e órgãos governamentais ligados à defesa dos direitos humanos celebram, no dia 18 de maio, o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.
Conforme denuncia o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), dentre as diversas manifestações de violência contra crianças e adolescentes, as mais incidentes são o abuso sexual praticado por integrantes da própria família e a exploração sexual para fins comerciais, como a prostituição, a pornografia e o tráfico.

Além de crime e cruel violação dos direitos humanos, essas expressões resultam em danos irreparáveis para o desenvolvimento físico, psíquico, social e moral das crianças e dos adolescentes suscetíveis a esse tipo de violência. Entre outras conseqüências, as vítimas estão sujeitas à dependência de drogas, à gravidez precoce e indesejada, a distúrbios comportamentais e doenças sexualmente transmissíveis.

Para mudar esta realidade, as atividades propostas para o Ato Nacional do dia 18 de maio visam combater o silêncio e a indiferença da sociedade em relação ao tema - influenciados pela cultura de impunidade dos agressores - , o que contribui com o ciclo de violação aos direitos das vítimas.

18 de Maio – O Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes foi criado pela Lei n.º 9.970, de 17 de maio de 2000, em razão do crime que comoveu o Brasil, ocorrido na cidade de Vitória, capital do Espírito Santo, em 1973. Naquele ano, a menina Araceli Cabrera Crespo, de oito anos, foi espancada, violentada e assassinada. Até hoje, os culpados pelo crime não foram punidos.

domingo, 25 de abril de 2010

O Papel da Escola no Combate à Violência Sexual



É importante que os educadores não se calem mais diante de suspeitas ou de confirmações de casos de maus-tratos contra crianças e adolescentes
Por: Patrícia Saboya Gomes, Senadora

Em quatro meses de trabalho intenso na CPI que investiga a exploração sexual de crianças e adolescentes, nós, parlamentares que integramos esta comissão, já pudemos perceber que o enfrentamento desse problema não se fez sem o engajamento de toda a sociedade. A tarefa de atacar uma violência tão desoladora precisa envolver, não só o governo e o Parlamento, mas também outros atores sociais. É nesse contexto que entra um personagem importantíssimo: a escola.

Diretores, professores e orientadores pedagógicos devem estar de olhos bem abertos para a exploração e o abuso sexual. É fundamental que saibam, por exemplo, reconhecer sinais de maus-tratos nas crianças e nos adolescentes. E não se trata apenas de observar as marcas físicas.

Sabemos que quando uma criança sofre esse tipo de violência, ela, de alguma maneira, conta o que aconteceu. Nem sempre com palavras, é verdade. Às vezes, apenas com gestos, comportamentos diferenciados, ou por meio de desenhos. Ninguém melhor do que os educadores, que passam longos períodos com a garotada, para perceber tais mudanças.

Além de estar preparados para captar essas pistas, nem sempre tão óbvias, os educadores precisam estar capacitados para lidar com a criança e suas famílias. Estabelecer uma relação de confiança com a criança ou o adolescente, sem preconceitos e moralismos, é um desafio para esses profissionais.

A escola deve e pode ser uma parceira de peso de todas as pessoas comprometidas com a luta contra a violência sexual. Ela deve e pode ajudar a romper o pacto de silêncio que ronda os crimes sexuais contra crianças e adolescentes. Sua missão é de extrema relevância, tanto na cruzada pela prevenção do problema - ajudando as crianças e suas famílias a lidarem de forma consciente com a sexualidade -, como também no combate, auxiliando quem sofre essas agressões a ter um atendimento adequado para que volte a ter uma vida saudável e feliz.


A tarefa dos educadores, porém, é a de comunicar esses casos ao Conselhos Tutelares, exatamente como prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente.

Essa triste realidade, no entanto, tem tudo para ser transformada. E essa caminhada começa pela escola , sem dúvida nenhuma, uma grande vitória.

Acredito Sim que juntos podemos acabar ou pelo menos minimizar, o abuso e a exploração sexual contra nossas crianças e adolescentes. Mas para isso contamos com sua denuncia!
Disque 100, Não precisa se Identificar!

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Encontro de Conselheiros gera repercussão positiva


Após o êxito alcançado com o 1º Encontro de Conselheiros, realizado nos dias 3, 4 e 5 do corrente mês, na Câmara Municipal de Vereadores, representantes de diversos segmentos sociais de Santa Cruz do Capibaribe, elogiaram o Conselho Tutelar desta cidade pela organização do evento. As cerca de 150 pessoas que se fizeram presentes ao seminário, também consideraram muito boa a programação.

Os professores da Escola dos Conselhos, Prof. Humberto,Prof. Marcos e Prof. José Silvino, Sr.José Rufino, representante do Conselho de Direitos de Pernambuco, além do Dr. Tito Lívio Araújo Monteiro (juiz de Direito e Diretor do Fórum desta cidade), Dr. Sérgio Moura (delegado Regional) e a professora Janaína Pedrosa, foram os palestrantes do evento.

Os temas destacados em suas palestras chamaram a atenção acerca dos deveres e direitos dos conselheiros, exploração sexual, trabalho infantil e conceitos para a elaboração de políticas para melhorias na Assistência às Crianças e aos Adolescentes.

Ao final ficou iminente a necessidade de transformar o evento em acontecimento anual em toda a Região, já que estiveram presentes conselheiros de Natal (RN), Campina Grande e Alcantil (PB), além de representantes de São José do Belmonte, Moreilândia e Itaquitinga entre outras totalizando 25 cidades.
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Com informações da Assessoria de Imprensa
http://www.melquilima.blogspot.com/

Encontro de Conselheiros Tutelares movimenta a Câmara de Vereadores


Realizado na Câmara de Vereadores, o 1º Encontro de Conselheiros Tutelares e de Direto de Santa Cruz do Capibaribe reuniu representantes de diversas cidades do estado, outros Estados visinhos e as principais lideranças políticas do município. Além, da participação do “Projeto Maracatu Capibaribe”, organizado pela Associação de Moradores do bairro São Jorge, que desenvolve trabalhos com crianças e adolescentes.

O evento tem como objetivo capacitar voluntários de vários seguimentos na defesa da criança e do adolescente, através de palestras, mesas redondas e apresentações culturais, que mostram as principais dificuldades encontradas pelos conselheiros no seu dia-a-dia e a melhor forma de superá-las.

O encontro terminou na sexta-feira (05) e foi bastante elogiado pelos vereadores presentes. O Presidente da Casa, Fernando Aragão, elogiou a iniciativa e afirmou que “o trabalho desenvolvido pelos conselheiros é de extrema importância, principalmente em Santa Cruz, onde as pessoas trabalham muito e tem pouco tempo para os filhos. É bonito o trabalho destas pessoas dedicadas junto às crianças e adolescentes”, finalizou Fernando.


Para Laércio Glicério, um dos principais responsáveis pela realização do evento, ações como estas mostram que ainda existe espaço para a discussão de idéias e para a busca de soluções para as crianças e adolescentes.


“Reunimos neste evento grandes nomes que atuam na defesa da criança e dos adolescentes, tivemos a oportunidade de debater temas importantes e acredito que todos saem daqui maiores do que quando chegaram. Vamos agora já começar a pensar no evento do próximo ano, que será muito maior” afirmou Laércio.

http://www.diariodasulanca.com/

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Matéria dos Blogs de Santa Cruz


Encontro reúne Conselheiros Tutelares

Foi aberto na manhã desta quarta-feira (03), no auditório da Casa José Vieira de Araújo, o 1º Encontro de Conselheiros Tutelares e de Direto de Santa Cruz do Capibaribe, que reuniu mais de 50 representantes de diversos estados do nordeste.
Os trabalhos foram abertos com apresentação cultural do projeto Maracatu Capibaribe, organizado pela Associação dos Moradores do Bairro São Jorge.
O evento foi idealizado pelo coordenador do Conselho Tutelar local, Laércio Glicério, que se mostrou satisfeito com a abertura dos trabalhos. Ele destacou o pioneirismo do encontro. “Estamos muito felizes pelo sucesso no dia de hoje. Vieram representantes até de Natal (RN) para debater a questão da atuação dos CTs no Nordeste”, colocou.
O deputado estadual Edson Vieira, do PSDB, também participou do evento. Em sua fala, o parlamentar ressaltou temas que integram o cotidiano dos Conselhos Tutelares. “Tenho consciência dos problemas que os conselheiros têm para realizar seu trabalho. Muitas vezes são incompreendidos durante o exercício de suas funções, por isso, devemos valorizar e reconhecer a sua importância para a sociedade”, ressaltou o parlamentar.
O evento acontece até a próxima sexta-feira (05), quando serão entregues os certificados aos participantes.
G2

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

CONVITE!!!

CONSELHO TUTELAR DE SANTA CRUZ DO CAPIBARIBE – PE
Rua Vereador Rodolfo F. Aragão, 95, Bairro Novo. Fone: (81) 3731-3845
Criado pela Lei Federal nº 8.069./90 e
Lei Municipal nº 1.351/2001


1º Encontro de Conselheiros Tutelares e de Direito de
Santa Cruz do Capibaribe e Região


1º Dia: 03 de Fevereiro de 2010
Credenciamento 08h00min às 09h00min
Abertura Oficial 09h40min às 10h10min
*Cofee Brack 10h10min às 10h30min

1ª Palestra: História da Infância. Professor Humberto, Coordenador da Escola dos Conselhos. 10h30min às 11h30min
*Espaço para perguntas 11h30min às 12h00min
Intervalo para o Almoço 12h00min às 14h00min

Apresentação Cultural 14h00min às 14h30min
2ª Palestra: Evasão Escolar , Professor Marcos, Escola dos Conselhos 14h40min às 15h40min
Espaço para perguntas 15h40min às 16h00min
*Cofee Brack 16h00min às 16h20min

3ª Palestra: Situação atual dos conselheiros tutelares. Maria da Conceição W. Pimentel, Presidente da ACOMTEPE – Associação do Conselheiros e Ex Conselheiros Tutelares. 16h30min às 17h00min
Encerramento: Professor Humberto, Coordenador da Escola dos Conselhos.


2º Dia: 04 de Fevereiro de 2010

1ª Palestra: Combate a Exploração Sexual Dr.Sérgio Moura, Delegado Regional 9h00min às 10h00min
*Espaço para perguntas 10h00min às 10h20min
*Cofee Brack 10h20min às 10h50min
Apresentação Cultural 10h50min às 11h00min

2ª Palestra: Importância da Relação entre C.T e Judiciário, Dr. Tito Lívio Araújo Monteiro, Juiz da Vara da Infância e Juventude da Comarca de Santa Cruz do Capibaribe-PE. 11h00 min às 12h00 min
*Espaço para perguntas 12h00min às 12h20min
Intervalo para o Almoço 12h20min às 14h20min
Apresentação Cultural 14h00min às 14h10min

3ª Palestra: Nova Lei de Adoção Professor Silvino, Escola de Conselhos 14h10min às 15h10min
*Espaço para perguntas 15h10min às 15h30min
*Cofee Brack 15h30min às 15h50min

4ª Palestra: Apoio a Adoção, GEADIP, Grupo de Estudo e Apoio à Adoção do Vale do Ipojuca. 15h50min às 16h50min
*Espaço para perguntas 16h50min às 17h10min

Mesa Redonda: Professor Silvino, GEADIP, Dr. Sérgio Moura, Delegado Regional, Dr. Tito Livio Juiz da Vara da Infância e Juventude da Comarca de Santa Cruz do Capibaribe-PE. 17h10min às 17h30min

3º Dia: 05 de Fevereiro de 2010

1ª Palestra: Sistema de Garantias de Direitos: Composição e Competências. José Fernando da Silva. Superintendência Estadual de Atenção à criança e ao adolescente. 9h00min às 10h00min
*Espaço para perguntas 10h00min às 10h20min
*Cofee Brack 10h20min às 10h40min
Apresentação Cultural 10h40min às 10h50min

2ª Palestra: Atribuições dos Conselheiros de Direito: Com Representantes do Conselho Estadual de Direito da Criança e Adolescente (CEDCA)
10h50min às 11h50min
*Espaço para perguntas 11h50min às 12h10min
Intervalo para o Almoço 12h10min às 14h10min

3ª Palestra: Atribuições e Não atribuições do Conselho Tutelar e do Conselho de Direito. Professor Silvino, Escola de Conselhos 9:00hs às 10:00hs
*Espaço para perguntas 15h10min às 15h30min

Mesa Redonda: Professor Silvino, José Fernando da Silva, Dr. Hodir Flávio Promotor da Infância e Juventude da Comarca de Santa Cruz do Capibaribe-PE. 15h30min às 16h00min

4ª Palestra: Trabalho Infantil. Janaina Pedrosa. Mestre em Serviço Social e membro do CENDEHC. 16h00mim 16h30min

*Cofee Brack de encerramento 16h30min às 17h00min

Entrega dos Certificados
Término das Atividades.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

GPCA- Em Santa Cruz


Atendendo a solicitação do Juiz da vara da infância e Adolescencia, o governo do estado enviou a Santa cruz do Capibaribe uma equipe do GPCA NAS COMUNIDADES.
Esta equipe é formada por três palestrantes que trabalham temas como violência sexual, violência doméstica, drogas entre outros...
As palestras foram iniciadas na segunda feira na escola Servi Barros e na escola de São domingos. Hoje os palestrantes estarão nas escolas Adilson Bezerra e na escola João Maia Neto.
Nos periódos da Tarde e Noite. Como está previsto uma média de seis palestras por dia e a permanencia do grupo na cidade será até sexta feira totalizará em média 30 palestra e quem ganha com esse trabalho é a comunidade. Por isso desde já nós que fazemos o Conselho tutelar apoiamos este projeto.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Conselho Tutelar, Escola e Família


Iniciou segunda feira na escola Ivone Gonçalves a seqüência de palestras deste conselho tutelar com os professores das escolas públicas do município.
O propósito do conselho tutelar é unir forças com os educadores na luta contra a evasão escolar ponto de partida para os demais problemas envolvendo crianças e adolescentes de nossa cidade.

É dever do estado assegurar a criança a ao adolescente ensino fundamental, obrigatório e gratuito. Progressiva extensão da obrigatoriedade e gratuidade ao ensino médio . Art. 54 do ECA

É dever dos pais matricular os filhos e acompanhar a freqüência escolar sobre pena de abandono intelectual. Art. 55 do ECA

É dever da escola comunicar ao Conselho Tutelar casos de Maus Tratos, reiteração de faltas injustificadas e de evasão escolar, (esgotados os recursos da escolares), elevados níveis de repetência. Art. 56 do ECA

É dever do conselho velar para que esses direitos sejam respeitados, podendo aplicar as seguintes medidas: Atender e aconselhar os Pais, Advertir, Requisitar serviços públicos, e representar junto à Autoridade Judiciária nos casos de descumprimento injustificado de suas deliberações,Encaminhar ao Ministério Público noticia do fato que constitua infração administrativa ou penal contra so direitos da criança e do adolescente. Art. 136 do ECA

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Plantão das festividades Juninas


Durante as festividades juninas este conselho abraça a campanha contra venda de Bebida alcoólica a crianças e adolescentes, promovida pelo COMDECA e Prefeitura Municipal.
Em parceria com a Guarda Municipal Policia Militar, Policia Civil, Ministério Público e Poder Judiciário este conselho está nas ruas em defesa da criança e do Adolescente.
Disponibilizamos para a população os telefones 9258-7222 da operadora Claro, e 9686-9072 da operador Tim para qualquer denuncia.
E ainda os telefones da Policia Militar 3759-8200 e 3759-8201.

A Importância da Denuncia



Através da denuncia realizada, este conselho chegou a uma residência onde o Padrasto explorava sexualmente as filhas de sua companheira.
Com uma delas o abusador já tinha dois filhos, e com a outra este por diversas vezes abusou sem nunca ter consumado o estupro.
Graças a DENUNCIA esse Abuso chegou ao fim, com a prisão do acusado.
Precisamos de você para descobrir casos como esse e outros que existem nesta cidade de violação dos direitos da criança e do Adolescente.
Contato do Conselho: 3731-3845
9602-1283
9602-1291

Violência Sexual


Essa tipo de violência é especialmente danosa por interferir perigosamente nos afetos e sensações, na auto-imagem, nos relacionamentos, nas possibilidades de viver o prazer e o desprazer, emfim, na sexualidade, que é aspecto fundamental da vida, da saúde física e mental e da singularidade de cada sujeito.
Trata-se de uma situação que pouco se dão a conhecer principalmente pelo "pacto de silencio" que se faz na maioria dos casos que envolvem abuso sexual. Não seja conivente com o abuso- DENUNCIE!
O abuso sexual é uma situação em que uma criança ou adolescente é invadido em sua sexualide e usado para gratificação sexual do adulto ou mesmo um adolescente mais velho. Pode incluir desde carícias, manipulação dos genitais, mama ou ânus, exibisionismo e até o ato sexual com ou sem penetração.
Muitas vezes o agressor pode ser um membro da própria família ou pessoa com quem a criança convive ou frequenta o curriculo famíliar.
A família e a escola são parceiros essenciais na prevenção e no trato da violência sexual. Todos juntos em defesa da criança e do adolescente. Esse é o objetivo do Conselho Tutelar, DENUNCIE 3731-3845

Violência Psicológica


A violência psicolóigica é uma das formas mais difíceis de detectar. Pode apresentar-se tanto no convívio familiar quanto em outros ambientes. Suas várias expressões são: rejeitar, isolar, ignorar, aterrorizar por meio de agressões verbais, criar expectativas ou exigências exageradas quanto ao seu rendimento escolar ou demais capacidades, interferir de forma a gerar sentimenos negativos ou depreciativos de sua auto-imagem ou mesmo conduzir a comportamentos destrutivos.

Violência Física


Qualquer ação unica ou repetida, não acidental, cometida por um agente agressor adulto ou mais velho, que provoque dano físico à criança ou adolescente. O dano pode variar de lesões leve a conseqüencias extremas como a morte. O habito de bater em crianças ou ainda plicar "surras" como parte da "boa" educação é um grande dificultador para a percepção dos imensos prejuízos à saúde física e mental causados pelo abuso físico.

O Abandono


É uma forma comum de violencia principalmente pelas precárias condições de vida de grande parcela da população. Caracteriza-se pela ausência do responsável pela criança ou adolescente. Pode ser parcial que é ausencia temporaria dos pais, o que pode prepiciar uma situação de risco; ou o abandono total que é o afastamento do grupo familiar, implicando falta de habitação, alimentação, desamparo e exposição a muitos perigos. Na maioria das vezes não podemos culpabilizar as famílias quando o Estado, por exemplo, não oferece vagas em creches e pré-escola em número suficiente para todos que nescessitam.